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29/11/2011 - Seminário da CF-2012
 
Irmã Irene, postulante Lucilene e a Professora Andrea do Colégio Santa Catarina participam na manhã do dia 26 de novembro, do Seminário Arquidiocesano da CF-2012. Aconteceu na Igreja Matriz da Paróquia São João Evangelista, em Biguaçu. O evento reuniu mais de 90 participantes, representando as paróquias e pastorais, e contou com a presença de nosso novo arcebispo Dom Wilson Tadeu Jönck.

Durante o encontro, foram apresentados os objetivos da Campanha da Fraternidade de 2012, que tem como tema “Fraternidade e Saúde Pública” e lema “Que a saúde se difunda sobre a terra” (cf. Eclo 38,8).

Adelir Raupp, coordenadora Arquidiocesana das Campanhas da Fraternidade, fez a introdução ao tema. Ela falou da necessidade da criação da Pastoral da Saúde em cada paróquia da Arquidiocese. “A Pastoral da Saúde será um aliado muito forte para as propostas da CF-2012 seja colocadas em prática”, disse.

Lizete Contin e Cecília Hobold, da Gerência de Atenção Básica de Saúde da Secretaria Estadual da Saúde, apresentaram o “VER”. Elas falaram sobre a importância do Sistema Único de Saúde e de que, embora não percebamos, ele está presente em todos os momentos de nossa vida. “A qualidade da água, dos alimentos e de tudo que é produzido são fiscalizados pela Vigilância Sanitária, que é o SUS”, disse Lizete Contin.

O evento contou com a presença do nosso arcebispo Dom Wilson Tadeu Jönck. Durante a breve passagem, que ele mesmo intitulou de visita “beija-flor”, ele deu algumas palavras de estímulo aos participantes. Disse que devemos buscar trabalhar com determinação nessa Campanha da Fraternidade.

Lembrou que a Igreja não está sozinha nessa discussão. Outras instituições também estão preocupadas. E se todos se juntarem, os resultados serão melhores. “Vocês aqui presentes são os encarregados de fazer com que o tema da CF-2012 chegue a todos os cantos da Arquidiocese. Por isso, a importância desse encontro de formação”, disse.

Controle social

Elsita Andrade, líder da Pastoral da Saúde e conselheira municipal de Saúde, em Garopaba, falou da importância em participar dos conselhos municipais de Saúde e das conferências. “É através da participação nos conselhos que poderemos fiscalizar como é empregado o dinheiro da saúde e promover o controle social”, disse.

Ela ainda falou que o SUS é um sistema socializante em um país capitalista. E que enquanto vermos o SUS como um programa para pobre, ele nunca vai evoluir. Ele tem que ser pensado como um sistema para toda a população. “A saúde é mercado e a empresas de planos de saúde buscam destruir o SUS para lucrarem com a saúde”, acrescentou Elsita.

Carla Cristiani de Oliveira Guimarães, da Ação Social Arquidiocesana, conduziu o JULGAR. A partir da parábola do “bom samaritano”, ela falou sobre os passos de ação para a Campanha da Fraternidade. O encontro foi encerrado com o envio missionário.
 

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